Pré-História de Imbituba
Introdução:
O primeiro tomo dos tratados modernos da história intitula-se pré-história. Por isso, não é fora de propósito que os primórdios da história de Imbituba será dedicada a pré-história.
A pré-história estuda a história não escrita da humanidade, isto é, fatos que se deram antes da escrita.
A história escrita abrande um período de aproximadamente, seis mil anos. A pré-história, porém, recua milhões de anos dentro da penumbra “mistériosa” do passado, procurando desvendar “mistérios” de aproximadamente dois milhões de anos, idade presumível do homem mais antigo, conhecido até a presente data.
“Homo Habilis” foi descoberto por Leakei e sua esposa, no vale de Oldiva, Tanganika, África Ocidendel.
Introdução:
O primeiro tomo dos tratados modernos da história intitula-se pré-história. Por isso, não é fora de propósito que os primórdios da história de Imbituba será dedicada a pré-história.
A pré-história estuda a história não escrita da humanidade, isto é, fatos que se deram antes da escrita.
A história escrita abrande um período de aproximadamente, seis mil anos. A pré-história, porém, recua milhões de anos dentro da penumbra “mistériosa” do passado, procurando desvendar “mistérios” de aproximadamente dois milhões de anos, idade presumível do homem mais antigo, conhecido até a presente data.
“Homo Habilis” foi descoberto por Leakei e sua esposa, no vale de Oldiva, Tanganika, África Ocidendel.
Sambaquis:
O nome vem do tupi Tặba’ki, que significa monte de conchas. São chamados também de casqueiros. Existem sambaquis em todo o litoral do mundo. Os maiores sambaquis do mundo situam-se no Estado de Santa Catarina: litoral de Laguna, Jaguaruna, Imbituba, Garuva e São Francisco do Sul.
O homem do sambaqui tinha hábitos diferentes dos nossos. Não possuía cemitério, sepultava seus falecidos no lugar onde moravam, no chão do próprio quintal. O morto continuava pertencendo a família. Por isso encontramos sepultados nos sambaquis numerosos esqueletos humanos, os sambaquis além de moradia, serviam como locais e grande importancia. À medida que o casqueiro ganhava altura, tornava-se, também ponto estratégico para vigiar a aproximação dos inimigos e dos cardumes de peixes. Era um lugar arejado, isento de mosquitos e de répteis venenosos.
O nome vem do tupi Tặba’ki, que significa monte de conchas. São chamados também de casqueiros. Existem sambaquis em todo o litoral do mundo. Os maiores sambaquis do mundo situam-se no Estado de Santa Catarina: litoral de Laguna, Jaguaruna, Imbituba, Garuva e São Francisco do Sul.
O homem do sambaqui tinha hábitos diferentes dos nossos. Não possuía cemitério, sepultava seus falecidos no lugar onde moravam, no chão do próprio quintal. O morto continuava pertencendo a família. Por isso encontramos sepultados nos sambaquis numerosos esqueletos humanos, os sambaquis além de moradia, serviam como locais e grande importancia. À medida que o casqueiro ganhava altura, tornava-se, também ponto estratégico para vigiar a aproximação dos inimigos e dos cardumes de peixes. Era um lugar arejado, isento de mosquitos e de répteis venenosos.
Estes construtores de sambaquis viviam nas grandes planícies sedimentares do litoral, junto as lagoas, lagunas e desembocaduras dos rios, zonas ricas em peixes, moluscos e crustáceos, de onde partiam também a procura de caça e de frutas silvestres, que constituíam a sua principal alimentação. Consumiam os moluscos, amontoavam as cascas e moravam sobre elas, porque constituíam um lugar seco da planície úmida. Morriam com idade ente 24 anos à 40 anos, pela vida rude que tinham. Havia um grande número em termos de populações pré-históricas, que ocupavam o litoral antes da chegada do homem branco às Américas.
Em Imbituba foram constatados 34 sambaquis, existindo um intacto. Os outros foram destruídos pelas indústrias de calcário e nas construções de estradas.
Em Imbituba foram constatados 34 sambaquis, existindo um intacto. Os outros foram destruídos pelas indústrias de calcário e nas construções de estradas.
“Utensílios encontrados em sambaquis de
Imbituba e Imaruí”
Imbituba e Imaruí”
•Vaso de cerâmica- servia de panela
•Zoólitos- pedras polidas. Constituem verdadeiras esculturas pré-históricas
•Machadinha- feita em pedra polida, servia para corte de árvores, etc...
•Ponta de flecha- para caça
•Dente de animais- adornos para enfeite, colar, brincos, etc...
•Usina neolítica- Lugar localizado em costões,onde é visível observarmos os afundamentos em rochas e pedras,. Local de trabalho no polimento de pedras para o trabalho da pesca e da caça.
•Zoólitos- pedras polidas. Constituem verdadeiras esculturas pré-históricas
•Machadinha- feita em pedra polida, servia para corte de árvores, etc...
•Ponta de flecha- para caça
•Dente de animais- adornos para enfeite, colar, brincos, etc...
•Usina neolítica- Lugar localizado em costões,onde é visível observarmos os afundamentos em rochas e pedras,. Local de trabalho no polimento de pedras para o trabalho da pesca e da caça.
Obs: Nas camadas superiores dos sambaquis, ás vezes, encontramos cerâmicas, isto é, cacos de panelas de barro cozido com pinturas. Cada sambaqui é um museu natural de objetos antiguíssimos. As datas feitas através do teste de carbono quatorze revelam que os sambaquis mais recentes tem mais de mil e quinhentos anos, enquanto os sambaquis mais antigos tem aproximadamente oito mil anos.
Em 1961, foi baixada uma lei que veio proibir, em todo território nacional, a destruição ou mutilação dos sambaquis. Porém, a destruição continua e o nosso passado, vai aos poucos perdendo sua essência em nome do capitalismo e de interesses particulares.. Quando formos visitar algum desses lugares devemos respeita-los e não esquecermos que um povo que não respeita sua cultura é um povo sem memória.
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